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Categories: Carros, Museus Automotivos Virtuais

       Curiosos podem conhecer acervos usando o Google Street View, assistindo vídeos de visitas guiadas e até navegar pelos espaços repletos de carros e motos.

       Durante a pandemia do corona virus, diversos estabelecimentos não essenciais estão fechados. É o caso de museus, que, pensando em não perder público, além de entreter quem está em casa, abriram suas portas de forma virtual.

       No mundo automotivo, vários importantes museus entraram no universo digital, e liberaram visitas online, permitindo que até quem vive a milhares de quilômetros possa conhecer o acervo. Outros, no entanto, já ofereciam tal comodidade.

Veja abaixo algumas opções disponíveis por localidade, e saiba como visitá-los:

Estados Unidos

Petersen Museum.

       Um dos maiores e mais importantes museus automotivos do mundo, o Petersen, em Los Angeles, nos Estados Unidos, segue com as portas fechadas para o público.

       Porém, todos os dias são realizadas visitas guiadas e gratuitas à uma das garagens do acervo. Os tours de 1 hora acontecem ao vivo, e são conduzidos por um funcionário do Petersen.

       Para ter acesso à visita, basta preencher um pequeno formulário. O museu envia para o e-mail um link para acesso. Quem quiser, ainda pode passar por fotos do acervo no próprio site do Petersen.

 

Mullin Automotive Museum

Oxnard, Estados Unidos.

       Outro museu localizado na Califórnia, o Mullin presta homenagem ao período conhecido como Art Deco. Seu acervo tem uma série de veículos das primeiras décadas do Século 20, e inclui uma invejável coleção com mais de 20 modelos da Bugatti.

       A “visita” pode ser feita usando o Google Maps. Lá, é possível conhecer um dos salões do museu, e ver exatamente algumas raridades da fabricante francesa, como o Type 57.

Henry Ford Museum

       O museu dedicado ao inventor da linha de produção moderna tem um variado acervo, não apenas de automóveis. Há aviões, trens, móveis e livros. Nesta página, é possível acessar parte do conteúdo de forma digital. E, desde 2015, alguns salões estão disponíveis pelo Google Street View.

       Em um deles, o museu exibe um exemplar do revolucionário veículo criado por Preston Tucker, pequeno fabricante que desafiou as gigantes de Detroit (entre elas a Ford) e acabou se dando mal.

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As vendas de carros novos na União Europeia (UE) caíram 76,3% em abril, em comparação ao mesmo período de 2019, afirmam fabricantes. Várias concessionárias foram fechadas em muitos países, em razão da pandemia do novo coronavírus.

Em março, a queda nas vendas em relação ao mesmo período do ano anterior havia sido de 55,1%. Em abril de 2020, apenas 270.682 carros particulares novos foram vendidos na União Europeia, contra 1,14 milhão em abril de 2019, observou a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis.

Todos os mercados nacionais sofreram quedas espetaculares, em particular Itália (-97,6%), Espanha (-96,5%) e França (-88,8%). Na Alemanha, a queda foi menos dramática (-61,1%).

Entre as montadoras mais afetadas estão a italiana Fiat Chrysler (-87,7%) e as francesas Renault (-79%) e Peugeot (-81,2%), segundo dados da Associação. A número um da Europa, a Volkswagen alemã, registrou uma queda de 72,7% de suas vendas em abril deste ano, na comparação com a anterior.

Um dos fabricantes que menos sofreram foi a BMW (incluindo a marca Mini), com uma queda de 65,3%, enquanto sua rival em carros de luxo, a alemã Daimler, registrou uma queda de 78,8% nas vendas. O colapso do mercado se deve, principalmente, à paralisia do comércio.

Declínio histórico

“O primeiro mês completo de restrições vinculadas à COVID-19 causou o maior declínio na demanda de automóveis na história” na Europa, informou a Associação. “A maioria das concessionárias estava fechada na União Europeia”, completou a associação. O mercado britânico caiu 97,3%, mas, desde a conclusão do Brexit, a ACEA parou de inclui-lo nas estatísticas da UE. A comparação 2020-2019 foi feita, excluindo-se o Reino Unido dos dados do ano passado.

As vendas acumuladas de janeiro a abril mostram uma queda de 38,5% nas vendas. Esse retrocesso não poderá ser compensado, mesmo que no final do ano as vendas tenham registrado um forte aumento. Após as primeiras medidas de fim do confinamento, as vendas de carros novos começaram muito lentamente, segundo os fabricantes.

No momento, a maioria das empresas do setor ainda está paralisada, ou funciona parcialmente.

“Estamos em uma crise profunda, comparável à de 2008-2009, ou pior. A queda do mercado na Europa pode ser de 22% este ano, em comparação a 2019”, disse à agência AFP Xavier Mosquet, especialista no setor do BCG.

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Novo Honda Fit é registrado no Brasil — Foto: Reprodução/INPI

Novo Honda Fit é registrado no Brasil — Foto: Reprodução/INPI

Honda registrou as novas gerações de seus compactos Fit City no Brasil. As imagens de patente, que incluem ainda a versão hatch do City, foram reveladas nesta terça-feira (19) pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Se a pandemia do coronavírus não atrapalhar os planos da fabricante, o Fit deverá ser o primeiro a chegar por aqui, no segundo semestre deste ano. Para o City, a previsão de chegada é em 2021.

G1 procurou a Honda para confirmar as informações. A marca respondeu que “não comenta sua estratégia futura de negócios” e que o registro no INPI “trata-se de uma ação regular e praticada em todo o mundo”. “Esse registro não indica intenção de produção ou comercialização local do produto em questão”, completou.

Novo Honda Fit — Foto: Reprodução/INPI

Novo Honda Fit — Foto: Reprodução/INPI

A primeira versão do novo Fit registrada no Brasil é a “aventureira” batizada de Crosstar, com adereços como plásticos sem pintura nos para-choques e nos para-lamas, aberturas maiores nos para-choques, pneus de perfil mais alto e barras no teto. Há chances de que ela substitua o WR-V.

Revelada no Salão do Automóvel de Tóquio, em 2019, a nova geração do modelo ficou mais tecnológica e adotou até detecção de objetos para evitar acidentes, mas manteve o sistema de modularidade dos bancos traseiros.

Para o Brasil, ele poderá ter versões equipadas com o atual motor 1.5 e um novo 1.0 turbo de 122 cavalos de potência, que fez sua estreia no City.

City sedã e hatch

Novo Honda City é registrado no Brasil — Foto: Reprodução/INPI

Novo Honda City é registrado no Brasil — Foto: Reprodução/INPI

O City deverá chegar depois, em 2021. A incógnita fica para a inédita versão hatch, que poderia vir ao Brasil para concorrer com Volkswagen Polo, Chevrolet Onix, Hyundai HB20 e Fiat Argo. Com isso, o Fit poderia subir um andar.

De acordo com a marca, o novo motor 1.0 tem desempenho superior a do antigo 1.5 e seu torque é “equivalente a de um motor 1.8”. O consumo do carro pode chegar a 23,8 km/l. Tanto o 1.0, quanto o 1.5, devem equipar o modelo brasileiro.

Honda City Hatch — Foto: Reprodução/INPI

Honda City Hatch — Foto: Reprodução/INPI

O novo City oferece itens como frenagem automática, monitoramento de pontos cegos, faróis de LEDs, ar-condicionado digital, 6 airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, entre outros.

Assim como no Fit, é possível que ele mantenha o pacote de equipamentos quando chegar ao Brasil.

Novo Honda City sedã — Foto: Reprodução/INPI
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Tesla planeja lançar uma nova bateria de longa duração e baixo custo em seu Model 3 na China até o início do próximo ano. Com isso, a empresa espera tornar o custo de veículos elétricos similar ao dos carros movidos a gasolina, além de permitir que as baterias tenham uma segunda e terceira vida na rede elétrica.

Por meses, o presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, vem provocando investidores e rivais, com promessas de revelar avanços significativos na tecnologia de baterias durante um “Dia da Bateria” no final de maio.

As novas baterias de baixo custo foram projetadas para ter alcance de 1,6 milhão de quilômetros, e permitir que os veículos da Tesla sejam vendidos com lucro pelo mesmo preço ou menos do que um veículo a gasolina são parte do plano de Musk, disseram à Reuters pessoas familiarizadas com os planos.

Tesla comemora 1 milhão de carros elétricos produzidos — Foto: Reprodução/Twitter

Tesla comemora 1 milhão de carros elétricos produzidos — Foto: Reprodução/Twitter

Com uma frota global de mais de 1 milhão de veículos elétricos capazes de conectar e compartilhar energia com a rede, o objetivo da Tesla é alcançar o status de uma empresa de energia, competindo com fornecedores tradicionais de energia como a Pacific Gas & Electric e Tokyo Electric Power, disseram essas fontes.

A nova bateria, que está no centro da estratégia da Tesla, foi desenvolvida em conjunto com a Contemporary Amperex Technology e implementa a tecnologia desenvolvida pela Tesla em colaboração com uma equipe de especialistas acadêmicos em baterias recrutados por Musk, afirmaram três pessoas.

Eventualmente, versões melhoradas da bateria, com maior densidade de energia e capacidade de armazenamento e custos ainda mais baixos, serão introduzidas em veículos adicionais em outros mercados, incluindo a América do Norte, disseram as fontes.

O plano da Tesla de lançar a nova bateria primeiro na China e sua estratégia mais ampla de reposicionar a empresa não foram relatadas anteriormente. A Tesla se recusou a comentar.

Outras estratégias de produção

A Tesla também planeja implementar novos processos para uma produção automatizada e de alta velocidade, projetados para reduzir os custos de mão de obra e aumentar a produção em “terafactories” da empresa, cerca de 30 vezes o tamanho da “gigafactory” de Nevada – uma estratégia reportada no final de abril para analistas por Musk.

Fábrica da Tesla no deserto, em Nevada, nos Estados Unidos — Foto: BBC

Fábrica da Tesla no deserto, em Nevada, nos Estados Unidos — Foto: BBC

A Tesla está trabalhando na reciclagem e recuperação de metais caros como níquel, cobalto e lítio, por meio de sua afiliada Redwood Materials, bem como em novas aplicações de “segunda vida” de baterias de veículos elétricos em sistemas de armazenamento em grade, como o que a Tesla construiu no sul Austrália em 2017.

A montadora também disse que quer fornecer eletricidade a consumidores e empresas, mas não forneceu detalhes.

Juntos, os avanços na tecnologia de baterias, a estratégia de expandir as maneiras pelas quais as baterias de veículos elétricos podem ser usadas e a automação da produção em grande escala, visam o mesmo objetivo: reformular a matemática financeira que até agora fazia um carro elétrico custar mais caro para a maioria dos consumidores do que ficar com veículos tradicionais de combustão interna.

A Tesla reportou lucro operacional por três trimestres consecutivos, quase dobrando o preço de suas ações este ano. Ainda assim, os ambiciosos planos de expansão de Musk dependem do aumento das margens de lucro e do volume de vendas.

“Precisamos realmente garantir uma curva muito acentuada na produção de baterias e continuar melhorando o custo por quilowatt-hora das baterias – isso é muito fundamental e extremamente difícil”, disse Musk aos investidores em janeiro.

“Temos que escalar a produção de baterias para níveis insanos, que as pessoas nem conseguem entender hoje.”

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